domingo, 29 de dezembro de 2013

Educando os filhos!


Pais devem estar unidos em propósito na educação dos filhos. Aprenda aqui 5 técnicas importantes para a formação de adultos bem resolvidos.
A família, além da reprodução de seres humanos, assegura também a reprodução do saber, comportamentos e valores, além da educação e formação de pessoas.

Educamos nossos filhos através dos mitos e realidades, ideias, sentimentos e condutas que aprendemos e propagamos dentro de nossa família. São valores, crenças, metas, comunicação que ensinamos às nossas gerações descendentes.

Toda criança tem direito a viver em família com pai e mãe presentes, e viver seu tempo de infância num ambiente que inspira proteção e segurança. Pais devem estar unidos em propósito na educação dos filhos. Quando disciplina e amor existem, o sucesso em se criar filhos com autoconfiança, autoestima e inteligentes emocionalmente é infinitamente maior.

Conheça e aplique estas 5 técnicas sobre como educar crianças de forma que se tornem adultos felizes.

1. Estabelecer limites. 
Com paciência, explique as regras que devem ser seguidas dentro e fora de casa, como estabelecer que não se pode comer doces antes das refeições, deve-se tomar banho na hora certa e sentar-se à mesa para comer na hora em que se é chamado. E é importante que saibamos manter as regras de forma constante.

2. Ser tolerante, mas firme.
Se você lhe pediu que arrumasse os brinquedos mas ele ainda não obedeceu, não desista nem faça o dever dele. O ideal é insistir até que ele lhe atenda.

3. Focar e dar atenção.
Seja para firmar a autoridade ou prestar atenção em suas dificuldades, e mostrar que você está presente e lhe ouve enquanto fala. Crianças pequenas se distraem mais facilmente, neste caso, você pode segurar-lhe pelo rosto com carinho que ele prestará atenção, absorvendo melhor a lição e mudará de atitude mais rápido.

4. Punir sem violência.
Violência não cria adolescentes e adultos melhores. Consistência sim. Violência é diferente de disciplina. Na violência a criança obedece por medo e hora ou outra se revolta. Com a disciplina consistente a criança entende as regras como necessárias para a boa convivência da família. Ser firme caso a criança não obedeça e puni-lo, é necessário. Primeiramente avise-o da punição. Depois vem o castigo. Se ele não cumprir com suas obrigações, pode proibir o videogame ou o desenho que ele gosta na TV. Quando colocá-lo de castigo num cantinho, peça que ele pense no que fez, e comunique-o que sairá de lá quando reconhecer o erro e pedir desculpas.

5. Recompensar.
É essencial haver um equilíbrio entre a disciplina e o amor demonstrado à criança. Se disciplinamos demais, sem recompensarmos, tornamo-nos autoritários. Se recompensamos sem merecimento, tornamo-nos permissivos. Recompensar a criança é agir como a vida, trazendo consequências boas como fruto de ações acertadas. Reconhecer o esforço incentiva a criança a cumprir as regras. Mas há recompensas certas. Um doce não é a recompensa correta. Já um quadro com adesivos onde para cada ato completo, um adesivo colorido preenche, funciona com crianças pequenas. A cada semana pode também dar um pequeno prêmio como um passeio ou atividade em conjunto com os amigos.

Há um provérbio que diz: “Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele” (Provérbios 22:6).

Isso envolve tempo, paciência e abnegação, e é uma tarefa árdua e desafiadora de nossas vidas, mas não devemos fugir à responsabilidade, pois os frutos também são proveitosos.

Ensinando os filhos a orarem!


Devemos aproveitar o sublime período da infância para aproximarmos nossos filhos do Senhor. Por meio da oração eles aprenderão que nunca estão sós e não precisam temer.
Entre os maiores desejos de pais religiosos, talvez o maior, é que seus filhos sigam seus passos, desenvolvam uma fé inabalável e se tornem autossuficientes espiritualmente. O primeiro passo dessa jornada é ensinar-lhes que existe um Deus nos céus, que é nosso Pai, nos ama e deseja que mantenhamos contato com Ele.

Por meio de orações diárias essa comunicação é mantida. As crianças que são incentivadas a orar podem experimentar experiências muito sagradas, podem desenvolver um hábito que poderá ajudá-las nas mais variadas situações, e tenderão a levar esse hábito maravilhoso por toda a sua vida.

As crianças são muito sensíveis espiritualmente. Elas têm grande capacidade de sentir a influência do Espírito Santo. Essas experiências marcantes serão de muita valia, especialmente quando elas se sentirem inseguras ou amedrontadas. Elas aprenderão que poderão encontrar segurança sempre que buscarem o Pai através da oração.

Cristo disse: “Deixai vir os meninos a mim, e não os impeçais; porque dos tais é o reino de Deus.” Marcos 10:14. Em outra ocasião Ele disse: “nunca lestes: Pela boca dos meninos e das criancinhas de peito tiraste o perfeito louvor?” Mateus 21:16. É visível o quão capazes as crianças são de se achegarem ao Pai. Certamente o Pai as ouvirá e responderá suas orações. Por isso devemos aproveitar esse período de pureza infantil para incentivar nossos filhos a desenvolverem um relacionamento estreito com Deus. Eles terão muitas vantagens ao fazê-lo, como:

1 – Alívio para suas angústias e medos.
É imperativo ensinar as crianças a recorrerem à oração para acalmá-las quando sentem medo, angústia e dor. Quem tem fé em Deus e já teve experiências com orações respondidas, conhece o poder de Deus e sabe o quanto seus filhos serão beneficiados se recorrerem a Ele.

2 – Conforto quando não estivermos por perto.
Nem sempre estaremos por perto quando nossos filhos se sentirem inseguros ou temerosos. Mas o seu temor pode durar pouco, logo que eles se lembrarem de que podem contar com o Pai Celestial. O Senhor certamente aliviará o seus coraçõezinhos e, da próxima vez, eles se sentirão mais confiantes e seguros longe de nós.

3 – Soluções para seus próprios problemas.
Se estiverem habituados a orar, eles poderão procurar soluções para seus próprios problemas sempre que se defrontarem com algum. Mas para isso, eles precisam receber algumas instruções. Devem saber que depois de esgotar a sua capacidade de encontrar uma saída, eles podem contar com o Pai Celestial, aquele que tudo sabe e que pode ajudá-los a qualquer momento.

4 – Forças para resistir às tentações.
Sempre que se sentirem tentados a fazer algo de errado, poderão pedir ajuda do Pai para se livrar desse desejo.

5 – Fé para orar por outras pessoas.
Eles devem ser incentivados a orar por alguém que esteja passando por um momento difícil. Eles devem saber que “a oração feita por um justo pode muito em seus efeitos.” Tiago 5:16.

6 – Autossuficiência espiritual.
Em pouco tempo, após aprender a orar sozinhos, nossos filhos criarão o hábito de orar logo que acordam e antes de dormir, e saberão que precisarão esperar pelas orações antes das refeições. Eles não precisarão mais ser lembrados. Quando aprendem a ler, acabarão incluindo também o hábito da leitura das escrituras. Essa iniciativa é bastante importante para as crianças e para as mães e/ou os pais que antes oravam e liam com elas. A vida dos pais é facilitada e as crianças aprendem sobre responsabilidade.

Para que tudo isso aconteça, você precisa instruir seus filhos a buscarem o Senhor em oração sempre que necessitarem. Você deve dar o exemplo convidando-os a orar por alguém ou sobre um acontecimento específico. Devem sempre conversar sobre as orações respondidas. Essas experiências maravilhosas vão se acumulando e fortalecendo a fé das crianças e de toda a família.

Você não deve cobrar perfeição na oração de seus filhos. Richard G. Scott disse: “Não se preocupe se você expressa seus sentimentos de forma desajeitada. Apenas converse com seu Pai, que é piedoso e compassivo. Você é Seu filho precioso, a quem Ele ama perfeitamente e a quem quer ajudar.”

Lembre-se:
  • As crianças aprendem, inicialmente, por repetição. Por isso, as primeiras orações dos seus filhos serão as orações que você fizer para eles repetirem. Peça que repitam palavra por palavra, ou frase por frase. Com o tempo, estimule-os completar a oração com suas próprias palavras. Ou então, deixe-os começar e vá conduzindo-os durante a oração conforme tiverem dificuldade. Vá dando espaço para eles expressarem seus próprios desejos, até que consigam fazê-la toda sozinhos.
Os passos de uma oração são os seguintes:

1º) Dirija-se ao Pai Celestial: “Querido Pai Celestial...” ou outra saudação semelhantemente reverente.

2°) Agradeça por tudo o quanto desejar: “Obrigado por...” ou “Agradeço-te por...”

3º) Peça o que deseja: “Peço-te que...”, “Por favor, conceda-me...”.

4º) Se você for cristão, encerre: “Em nome de Jesus Cristo. Amém”. Ou finalize segundo sua prática religiosa.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

A importância de uma mãe



"Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele" (Provérbios 22:6). Concorda com esse provérbio? E na sua opinião, qual é a melhor educação?

Você já ouviu a citação “a mão que balança o berço é a mão que governa o mundo” (William R. Wallace)? Essa se tornou uma frase de muito impacto e inspiração em minha vida, e por sorte a ouvi pela primeira vez antes de me tornar mãe.

Segundo este artigo, desde os primeiros momentos de vida, a criança é influenciada, na maioria das vezes, pela mãe. A partir daí, a criança já começa a formar sua personalidade e seu comportamento, e o seu destino começa a ser traçado.

O poder da influência feminina
Tomando como base o fato de que a mão que balança o berço é a mesma que governa o mundo, é importante frisar que as mães têm um papel fundamental para o futuro de uma criança, e em maior extensão, de toda uma sociedade. Claro que os pais têm valor e tanto poder quanto responsabilidades equivalentes aos das mães na educação dos filhos. No entanto, a mulher, por natureza, traz consigo “para o mundo uma virtude específica, uma dádiva divina que as torna peritas em instilar qualidades como a fé, a coragem, a empatia e o refinamento nos relacionamentos e nas culturas” (D. Todd Christofferson).

Acredite! Os filhos que têm como base os ensinamentos e o bom exemplo de uma mãe dedicada e virtuosa crescem com força, coragem, convicção, um bom direcionamento, aprendem a discernir o certo do errado, a ter confiança e a fazer boas escolhas.

A educação e a atual realidade
Existe uma preocupante polêmica relacionada a algumas condutas evidentes na sociedade recentemente. A que você atribui, por exemplo, a violência, o grande número de pessoas com depressão, o aumento do uso desenfreado de drogas por adolescentes, a banalização sexual e o comportamento imoral tanto de jovens quanto de adultos? Deixe-me citar algumas observações:
Um diretor de escola, cuja identidade prefiro não revelar, relatou-me recentemente que muitos jovens estão procurando o conselho escolar para desabafar, porque os pais, e especialmente as mães, estão inacessíveis, seja por ausência, pela impaciência, pela falta de interesse. Antigamente, as crianças morriam de medo de entrar na sala da diretoria. Hoje, muitas delas, veem o(a) diretor(a) como conselheiro(a), já que não podem contar com aqueles que deveriam estar sempre de braços abertos para oferecer conselhos e ensinar.
O número de mães que colocam a carreira acima da educação dos filhos têm crescido muito nos últimos anos, o que prejudica a interação mãe e filho e o afeto entre eles.
A pressão da mídia, especialmente programas de televisão e o mau uso da internet, e também da própria sociedade tem feito com que os jovens tenham contato com a sexualidade cada vez mais cedo, o que tem aumentado a imoralidade, o número de jovens despreparadas se tornando mães e, o pior, o de abortos.
A falta de limite e o desinteresse em ensinar por parte dos pais estão fazendo com que muitas crianças cresçam sem uma base, e por isso busquem fora do lar modelos de conduta para seguir, os quais, na maioria das vezes, podem devastar o futuro.
O fim da inocência
É lamentável saber que as crianças de hoje estão tendo contato tão cedo com a sexualidade, perdendo a pureza. Algumas pessoas não sabem, mas uma criança que tem problemas relacionados à sexualidade, na grande maioria dos casos, terá sequelas por toda a vida. Pode parecer exagero, mas o simples contato visual com a pornografia pode desencadear problemas sérios em adultos, imagine em uma criança.

Muitos jovens crescem sem dar o devido valor para o recato, para a pureza sexual e para o real significado das relações entre homem e mulher dentro dos laços matrimônio porque, na infância, não foram ensinados sobre os limites dessas relações. O problema é que hoje virou moda a total liberação sexual, tanto por parte de homens quanto de mulheres, e cada vez mais cedo os jovens são pressionados a estarem por dentro das tendências. E dessa forma, cedem às pressões e perdem a inocência.

D. Todd Christofferson, que serve como autoridade eclesiástica, disse: “As atitudes em relação à sexualidade humana ameaçam a autoridade moral das mulheres em várias frentes de batalha. O aborto por conveniência pessoal ou social ataca o cerne dos mais sagrados poderes da mulher e destrói sua autoridade moral. O mesmo se dá com a imoralidade sexual e com roupas reveladoras que não só degradam as mulheres como também reforçam a mentira de que a sexualidade de uma mulher é o que define seu valor”.

A criação da vida é uma das mais sagradas responsabilidades das mulheres. Uma mãe que se preocupa em ensinar seus filhos sobre a importância da castidade antes do casamento e total fidelidade dentro dos laços do matrimônio pode estar por fora do estilo da maioria, mas certamente vai levá-los a ter uma vida familiar mais feliz e bênçãos eternas. Ainda citando Christofferson, “uma mãe pode exercer uma influência que nenhuma outra pessoa em nenhum relacionamento pode igualar. Pelo poder de seu exemplo e de seus ensinamentos, seus filhos aprendem a respeitar as mulheres e a incorporar disciplina e elevados padrões morais na própria vida. Suas filhas aprendem a cultivar a própria virtude e a defender o que é certo, vez após vez, mesmo que isso não seja popular. O amor e as elevadas expectativas de uma mãe levam os filhos a agir com responsabilidade e sem desculpas, a levar a sério a formação educacional e o desenvolvimento pessoal, e a fazer contribuições contínuas para o bem-estar de todos a seu redor".

Uma mãe que segue os padrões de Deus
Ao ensinar os filhos, as mães não devem pensar nos padrões do mundo, que são cada vez mais degradantes. Elas devem, sim, seguir os padrões de Deus, que são eternos, não se modificam, prevalecerão no fim e dão garantia de uma vida limpa, com virtude e feliz, mesmo que sejam contrários a todas as opiniões humanas.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Conversar e compartilhar!


Ensinar as crianças como elas podem resolver seus próprios conflitos tem muitos benefícios. Aqui estão alguns passos para ajudá-la a ajudar seus filhos.
Ensinar às crianças como elas podem resolver seus próprios conflitos traz muitos benefícios. Por exemplo, quando as crianças desenvolvem habilidades para resolver seus próprios problemas, a frequência com que procuram a mãe como o ser que tudo sabe e tudo vê, diminui significativamente. Essas habilidades incluem aprender como compartilhar seus sentimentos com os outros, como ouvir, e como reconhecer quando estão errados.

Usarei meus filhos como exemplo - a quem me referirei como Filho A e Filho B. Recentemente eles tiveram uma disputa porque os dois queriam tocar piano ao mesmo tempo. Primeiro vieram até mim para resolver o problema, e eu não estava em uma posição em que podia julgar corretamente a situação. Nós temos praticado habilidades para resolver problemas em nossa casa, então encorajei-os a seguirem os passos e trabalharem juntos para resolver o problema.

Estes são os passos:
  1. Incentive as crianças a compartilharem seus sentimentos e pontos de vista umas com as outras. As crianças podem se identificar com emoções como raiva, tristeza, desapontamento, frustração, felicidade, etc., e com alguma prática elas podem aprender a expressar seus sentimentos a respeito da situação. É importante que as crianças saibam que as outras pessoas valorizam sua opinião e sentimentos, inclusive os adultos. Por exemplo, o Filho A pode dizer algo como, “eu fiquei triste por você ter tocado piano enquanto eu estava tocando, porque interrompeu a música que eu estava executando”; ou então, “eu me sinto desrespeitado quando alguém interrompe minha vez de tocar piano”.
  2. Incentive as crianças a ouvir uma a outra enquanto ambas compartilham seu ponto de vista e sentimentos. O ponto é tentar entender de verdade a linha de raciocínio da outra pessoa. O Filho B poderia dizer algo como, “eu me sinto ofendido por você ter mais oportunidade de tocar piano do que eu”, ou então, “eu me sinto menos importante do que você porque parece que você querer tocar o piano é mais importante do que quando eu quero”. O Filho A provavelmente vai estar mordendo a língua para não interromper seu irmão a essa altura, e isso é algo bom.
  3. O próximo passo é avaliar-se e reconhecer o erro. As crianças são encorajadas a avaliar a si mesmas para ver o que poderiam ter feito melhor para evitar ou resolver o problema. A ideia é ajudá-las a ver como suas ações afetam outras pessoas e desculparem-se quando necessário. Esse passo tem um impacto incrível amolecendo os corações de ambas.
  4. Agora que os sentimentos uns pelos outros acalmaram-se, eles podem trabalhar juntos para encontrarem uma solução. Meus filhos estabeleceram uma agenda para ver quem pode tocar piano a que horas do dia, e também o que fazer no futuro se o mesmo problema surgir. As crianças são muito capazes de encontrar suas próprias soluções para os problemas se tiverem a oportunidade de fazê-lo.
  5. Como pais, um dos melhores métodos de ensino é por meio do exemplo. Todo este aprendizado seria inútil se os adultos em suas vidas não fossem modelos. Não use palavras de ataque para falar com seu cônjuge ou filhos quando você estiver irritado, por exemplo: “Onde foi que você se meteu?!”. Ao invés disso, fale com amor e mansidão. O que você está sentindo de verdade por dentro? “Eu fico preocupado quando você se atrasa para chegar da escola porque eu não sei onde você está, eu te amo e me importo com sua segurança”.
Praticar essas habilidades pode levar tempo, mas vale a pena porque a família toda é beneficiada por meios saudáveis de lidar com conflitos. Como bônus, ensinar as crianças maneiras de resolver seus próprios conflitos irá prepará-las para futuros relacionamentos como cônjuges, companheiros de trabalho e pais.

Traduzido e adaptado por Sarah Pierina do original 5 steps for teaching children to resolve conflict, de Jillayne Clements.

domingo, 24 de novembro de 2013

Como ensinar seu filho a ler



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Muitos pais se questionam sobre a idade correta para iniciar a alfabetização e iniciam uma busca incessante por escolas multidisciplinares, cursos extracurriculares e até mesmo professores particulares para acelerar esse processo. Sem levar em consideração o perfil, a idade e as expectativas dos filhos, mas sempre buscando o melhor para seu desenvolvimento, a família comete alguns erros básicos que não só retardam a aprendizagem como a dificultam.
De acordo com a psicopedagoga Ana Paula Silva, franqueada da rede Ensina Mais, os processos de alfabetização podem ser fônicos ou globais. Os métodos fônicos estão ligados aos elementos isolados da língua, como sons, letras e sílabas. Já os globais são processos que levam o aluno a analisar o conjunto para chegar às partes que o compõem.
“O aluno pode aprender por meio da associação do som da palavra ao desenho, o que chamamos de “associação palavra-imagem-som. Ou seja, toda vez que pronunciar a palavra BOLA ela irá relacionar com o objeto que você mostrou na primeira vez. Já a metodologia global desenvolve a consciência fonológica, que ocorre quando o aluno torna-se consciente de que o BO que ele ouve e pronuncia aparece tanto em BOLA quanto em BOLACHA”, observa Ana Paula.
Ana Paula Harley, franqueadora da rede FasTracKids aqui no Brasil, afirma que cursos extracurriculares lúdicos são excelentes ferramentas para estimular o aprendizado ao mesmo tempo em que entretém a criança.
“Atividades interativas que estimulam a curiosidade e a imaginação do aluno são fundamentais para incentivar o ensino. Ler para as crianças também é fundamental nesse processo de alfabetização, pois ela começa a assimilar todas as suas atividades diárias àquele começo de aprendizado”.
No mercado há muitas opções de escolas e cursos extracurriculares que incentivam a alfabetização, mas o apoio e a ajuda da família são muito importantes nesse período de absorção de novos conteúdos.
“Leve as crianças junto na hora de conhecer o curso e note se ela gosta das atividades propostas daquela instituição. Uma boa pedida é investir em metodologias que apostam no ensino por meio da tecnologia, pois as crianças de hoje já nascem conectadas a esse universo e adoram essas ferramentas.
Mesmo matriculando o filho no curso de seu interesse, os pais devem chegar em casa e propor atividades que possam participar também, como a leitura de livros, brincar de adivinhar letras, cantar músicas e apontar os objetos. A união de um bom curso com uma boa base familiar será determinante para o sucesso nos estudos”, finaliza a franqueadora.

Crianças se comportam melhor quando são estimuladas e valorizadas pelos pais


Crianças se comportam melhor quando são estimuladas e valorizadas pelos pais


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Você que é mãe, fale a verdade: tem sensação mais gostosa do que quando alguém elogia o seu filho e diz que ele é uma criança educada? Mas nós que somos mães sabemos muito bem o quão difícil é educar, não é mesmo?
Temos que repetir as mesmas coisas todos os dias, lembrar a crianças de escovar os dentes, guardar os brinquedos no lugar, por a roupa suja para lavar, ensinar a pedir “por favor” quando quiser pedir algo na casa dos outros e a agradecer são algumas das coisas que fazemos.  
E você sabe qual é a melhor maneira de incentivar um bom comportamento no seu filho?
“Através de elogios. Você pode notar que, quando ouve um “NÃO” você desliga todo o resto da explicação. Note bem que se você ouvir um “não” como a primeira palavra em uma frase irá se desligar e não vai ouvir o resto da frase. Tente fazer do elogio um incentivo para o seu filho”, ensina a psicopedagoga Betina Serson.
A seguir, ela dá algumas dicas de como elogiar e incentivar que as crianças se comportem bem:

- Seja claro quanto ao que você espera do seu filho. Leve em consideração a idade e desenvolvimento dele.
- Crie expectativas diferentes para cada filho. Lembre-se que cada um tem um temperamento e personalidade.
- Elogie o seu filho assim que tiver alguma atitude esperada.
- O seu filho aprenderá mais com o seu exemplo que com as suas palavras. Seja um bom exemplo.
- Não chantageie para o seu filho se comportar. Isso não funciona.
- Não espere perfeição. Você não é perfeita e o seu filho também não.

Como os pais e educadores podem ensinar as crianças a importância de cuidar do nosso planeta?



Nunca se falou tanto em sustentabilidade como nos últimos tempos. E não é à toa. Devemos cuidar do nosso planeta para que os recursos naturais não sejam destruídos e nossos filhos e netos cresçam tendo ar puro, água limpa e menos poluição.
E a melhor forma de conscientizar a todos sobre a preservação do planeta é discutir o assunto na escola e em casa e ensinar que medidas simples podem fazer toda a diferença lá na frente. Patrícia Kraft, professora do Pré I, do Colégio  em São Paulo, conta como pais e professores podem ensinar educação ambiental às crianças.

As crianças passam a maior parte do tempo trancafiadas em casa ou no apartamento e tem pouco ou quase nenhum contato com a natureza. Como os educadores podem ensinar a respeitar e preservar o meio ambiente?
A escola é um lugar coletivo, onde uns servem de exemplo para os outros. Se há um espaço preservado de natureza no Colégio, é fundamental que os educadores façam um trabalho de contato da criança com esse meio ambiente.
Esse contato faz com que a relação entre a criança e a natureza se torne mais íntima. Até mesmo se a escola não tiver uma área verde significativa, é importante que cuide do que é possível, do que está ao alcance das crianças, como não jogar lixo no chão, não desperdiçar água, dentre muitas outras atitudes.
Só acredito que não adianta fazer planejamentos que não sejam possíveis de serem realizados pelas próprias crianças. É preciso começar com pequenas atitudes que as crianças realmente realizem. 

Alguns colégios têm como disciplina aulas em hortas que são cultivadas pelos próprios alunos. É uma forma de ensinar sobre o assunto?
Com certeza. As crianças adoram e necessitam do contato com a natureza. Ao cultivar uma horta, a criança se sente responsável por ela. Neste momento, o papel do professor é o de incentivar e valorizar essas atitudes. Ver algo nascer e crescer é algo fascinante para as crianças e isso é um grande motivo para se investir nesse tipo de Projeto. 

Os pais também exercem um papel importante ao ensinar sobre o assunto aos filhos? Como inserir educação ambiental em casa?
Mesmo estando "presas" em apartamentos, acredito que a educação, inclusive ambiental, começa em casa, através do modelo e exemplo dos pais. Se estes têm atitudes favoráveis ao meio ambiente, como não desperdiçar água, luz, selecionar o lixo, dentre outras atitudes, com muito provavelmente os filhos seguirão o caminho.
lém disso, a escola ajuda, e muito, com campanhas e conscientização. Novamente o papel dos pais é importante, pois devem colaborar com estas campanhas, mostrando o valor do envolvimento de todos.

domingo, 17 de novembro de 2013

É sempre importante buscar refletir sobre as características essenciais para desenvolver o melhor possível a missão da maternidade.


Claro que toda mãe que goza de seu juízo perfeito deseja dedicar-se plenamente a missão da maternidade, mas, muitas vezes, tem dúvidas de como agir. O pediatra e psicanalista inglês Donald Woods Winnicott afirmava que a criança precisa de uma "mãe suficientemente boa", não perfeita, até porque elas não existem.

De forma prática podemos pensar em algumas características. Assim, uma boa mãe:

1- Entende seu filho: Reconhece que o filho é uma individualidade diferente dela mesma, do pai, dos irmãos e de qualquer outro familiar, nesse sentido sabe a importância de entender a sua maneira distinta de ser. Portanto, não faz comparações, não exalta, muito menos humilha seu filho tendo outra pessoa por referência.

2- Acompanha as mudanças do filho: Tem grande atenção nas mudanças de temperamento que os filhos apresentam em seu desenvolvimento. Sabe que até certo ponto é natural que a criança passe por fases que influenciam a sua maneira de agir, mas mantém-se atenta diante de mudanças bruscas que podem refletir algum problema oculto.

3- Não deseja se realizar no filho: Uma boa mãe não impõe seus próprios sonhos ao filho, procura sempre conhecer e incentivar as aptidões dele. Sabe que o filho não tem por função agradá-la e só o faz quando se sentir realizado em seus próprios sonhos. A realização do filho representa a alegria da mãe.

4- É carinhosa, amável e disciplinadora: Sabe que criança precisa de amor, de afeto e carinho, mas entende a necessidade de impor limites. Uma criança que sente que pode fazer tudo, não se sente amada. O amor se traduz no cuidado com o cumprimento das regras de boa educação. Além de zelar por sua autoridade, também respeita a autoridade paterna, pois entende que isso se refletirá em segurança para o filho.

5- Pede desculpas: Educar também é ensinar ao filho que todo mundo erra, até mesmo a mãe, mas que sempre é importante pedir desculpas e se redimir o erro. Isso ao contrário de mostrar fraqueza, aumenta a autoridade da mãe, pois o filho a vê como um exemplo a ser seguido.

6- Está sempre presente: Não se trata simplesmente da presença física, mas de mostrar-se presente em todas as ocasiões possíveis. Assim, uma boa mãe sempre será requisitada quando o filho precisar dela, pois ele sabe que, mesmo estando longe, pode sempre contar com ela.

7- Valoriza e elogia: Compreende os esforços do filho e manifesta orgulho em suas realizações. Claro que uma boa mãe é sempre sincera, portanto, procura valorizar as reais vitórias do filho. Elogia as aptidões do filho e também suas características físicas, ensinando a criança a desenvolver a autoestima.

8- Mantém a harmonia no lar: Compreende a importância de cultivar a paz e a amizade entre os familiares para o bom desenvolvimento da criança. Evita discussões e brigas; exemplifica o diálogo, promovendo o entendimento diante dos conflitos. Respeita e se faz respeitar com mansuetude e assertividade.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Crianças segundo o coração de Deus - Daniel e seus amigos

Daniel e seus amigos

E historia de Daniel, Sadraque, Mesaque e Abede-Nego – levados cativos para a Babilônia pelo rei Nabudonosor. Eles serviam ao rei, e prá servir ao rei não podia ser qualquer um, era o melhor dos melhores. Tais jovens tinham que ser bonitos, mentalmente espertos e socialmente equilibrados e polidos (Daniel 14). Alguns estudos apontam que esses rapazes tinham entre 14 a 17 anos. E quem eram os pais deles? Ninguém sabe. Porém eis aqui o que sabemos. Eles eram filhos de Israel. Descendentes de Jacó, d linhagem real, em outras palavras eram da família de Davi, da tribo de Judá, a mais nobre tribo de Israel. Seja quem tenha sido seus pais as ações e escolhas que esses jovens fizeram dão testemunho sonoro e erguem um solido caso de que a instrução que seus pais lhes deram foi extremamente vigorosa e piedosa. Nesse período de adolescência quando os jovens fogem de sua criação, esses jovens fizeram o oposto. Tomaram a posição de honrar a Deus e permanecerem firmes em sua fé, mesmo que isso significasse a morte.
Coloquemos-nos como mães. Imagine nossos filhos longe e tendo que fazer uma escolha difícil, o que achamos que nossos filhos farão? E se eles forem mais novos, o que esperamos que eles escolhessem e oramos para que escolham? Difícil!

Nosso papel, educar, instruir e aconselhar nossos filhos a cada oportunidade que se apresenta. A verdade de Deus deve ser comunicada a eles. E precisamos orar, orar, orar e orar para que Deus inscreva nosso ensino fiel de sua palavra no coração de nossos filhos. Pois quem sabe como Daniel e sua turma – que momentos e escolhas difíceis surgirão para nossos amados filhos?

Crianças segundo o coração de Deus - Davi

Davi

Considerado um homem segundo o coração de Deus, e com certeza também foi um menino segundo o coração de Deus, segundo estudos acredita-se que Davi tinha entre dez ou dezesseis anos quando Samuel o ungiu para ser rei. Ele estava sendo criado para ser pastor, e lá no declive das colinas, Davi já mostrava ser um jovem temente a Deus, enquanto tomava conta das ovelhas de seu pai, escreveu orações para Deus e as cantou ao Senhor em seu instrumento de cordas.
“É impossível superestimar as grandes coisas que se tornam possíveis quando uma jovem vida entregue ao Todo Poderoso.”
E de onde vem um coração tão brando para Deus em um menino pequeno? A árvore genealógica espiritual de Davi diz tudo, mas as vezes nem percebemos isso porque pulamos essa parte na nossa devocional:
Salmon (que casou com Raabe) gerou a Boaz e Boaz (casou com Rute) gerou a Obede,
Obede gerou a Jessé e Jessé gerou a Davi. (Rt 4.21-22)
Essas pessoas eram usadas por Deus, descendência abençoada, herdeiros de promessas de até 1000 gerações. Herdeiros de Abrão. A bíblia não nos conta muito sobre os pais de Davi mas nos conta sobre a linhagem de Davi e sobre seu amor por Deus desde a sua juventude... bem como que seu conhecimento de Deus veio de alguma fonte fiel e obediente.
Que possamos ser essa descendência abençoada na vida dos nossos filhos. Mães prontas e desejosas de ser usadas por Deus na vida dos nossos pequenos. Que possamos passar fielmente nossa fé e confiança em Deus de geração em geração, assim, nossos pequenos serão meninos e meninas, jovens homens e mulheres de Deus. Que façamos disso nossa oração diária!


Crianças com um coração segundo Deus - Samuel


Podemos encontrar na Bíblia relatos de crianças que caminharam com o Senhor das mais variadas idades, desde pré-escolares, pré-adolescentes ate jovens adultos. Crianças que amaram e serviram a Deus de várias maneiras. E cada uma tem lições para nós como mães, independente da idade dos nossos filhos.


Samuel

A atitude de Samuel é que muitas vezes sonho para os meus filhos, que eles nunca saibam o que não é amar e não seguir a Deus. Vejo o Samuel como um menino, como muitos que, com cerca de doze ou treze anos, crê, ouve o chamado de Deus e responde a Ele. A resposta de Samuel a Deus; “Fala, porque teu servo ouve” (I Sm 3) mostra que crianças podem ser compromissadas e fazer contribuições substancias para o Reino de Deus. De onde surge esse coração ? Certamente, primeiro vem do próprio Deus. Ele é o Executor e o Criador de todas as coisas boas, inclusive o coração que ouve, escuta, responde e corresponde a Ele, porem ainda podemos acrescentar a mãe de Samuel, Ana. Uma mulher que orou e fez um voto com o Senhor ao qual devolveria a Ele o filho que ela clamava no momento em que orou.  Ela dedicou Samuel mesmo antes dele nascer. E no desenrolar da historia vemos que desde da tenra idade ele ficou servindo ao Senhor perante o sacerdote Eli. A fidelidade daquela mãe fez tudo acontecer na vida desse menino. Você já fez a oração de Ana? Que nós possamos ter essa ardente dedicação a Deus – bem como semelhantemente dedicação em ensinar e instruir nossos filhos. 

Mães segundo o coração de Deus

Guarda com toda a diligencia o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida. Provérbios 4.23

Não importa o que fazemos o dia todo, ou mesmo, na vida, o que importa é que façamos ao Senhor de todo o coração. Nossas escolhas revelam nosso coração. E isso se traduz também na forma como criamos nossos filhos e não importa a idade deles.
Por que a situação do coração tanto da mãe como dos filhos é tão critica? Na Bíblia temos essa resposta: Do coração procede a fonte de vida, e no nosso caso também de vida eterna. Mostramos todo o nosso ser para Deus e o coração é o primeiro, o coração fala de vida interior, do pensamento, de motivos e desejos. A mente é a fonte de onde as ações fluem. Se a fonte é pura, o riacho que flui dela é puro. Como o homem pensa, assim ele é.
E o que isso tem a ver com nós mamães? Primeiro devemos saber quão importante é o coração de nossos filhos. A depravação humana está no coração porque o pecado é um principio que tem lugar na vida interior do homem e, assim, corrompe todas suas ações. Má noticia! Porém a segunda, e boa noticia, as escrituras julgam o coração como a “esfera da influencia divina. (Rom 2.15; atos 15.9). Aqui está nosso desafio mamães, para educar e manter em educação um filho segundo o coração de Deus devemos ir até o fundo do tenro coração de nossos filhos e plantar a semente da Palavra de Deus enquanto oramos fervorosamente pela “influencia divina”. Ao mesmo tempo devemos nos dedicar a ensinar como diligencia, sobre o pecado, como lidar com ele, alem de disciplinar o pecado que é parte da vida de toda criança. (Desobediência, egoísmo, orgulho...)
E todo esse trabalho começa no nosso coração, minhas queridas mamães! Como mães nosso trabalho é criar filhos segundo o coração de Deus – filhos que procurem obedecer ao Senhor e, confiantemente, conheçam a salvação por meio de Jesus Cristo. Ele quer que nosso foco, seja dar nosso coração, alma, mente,  força e tempo para moldar nossos filhos para que eles se voltem para o PAI e Seus propósitos.



segunda-feira, 4 de novembro de 2013

MÃES SEGUNDO O CORAÇÃO DE DEUS


Por Edileide Castro

Um desafio enorme para cada mãe, em nossos dias, é conciliar uma vida tão cheia de atribuições com a maior e mais preciosa de todas as tarefas: SER MÃE. E interessante, que o sentimento de culpa chega muitas vezes tão forte que neutraliza estas mulheres, tornando-as passivas diante dos desafios da educação de seus filhos.
Quando o salmista expressa a bênção da família, dizendo que “os filhos são herança do Senhor” nos leva a entender que Deus nos deu o privilégio de sermos mães e junto, o desafio de amar, instruir e disciplinar. Ser mãe sempre exigiu de nós, mulheres, um investimento de tempo. Pois não há como cumprir nossa missão fielmente sem dar-lhes a devida importância, investindo na mesma o tempo que é necessário.
Como amar sem investir tempo? Como instruir, educar, sem investir tempo? Como disciplinar sem investir tempo? É uma decisão que cada mãe vai tomar: quanto tempo vou investir na vida de cada filho? Não dá para delegar a outras pessoas esta “tarefa de mãe”.
Como saber se tenho amado, instruído e disciplinado meus filhos? Vamos lá:
AMAR - herança maior que uma mãe pode deixar para seu filho, o senso de que ele tem valor, de que é amado, independente de qualquer circunstância. Quando amamos investimos o nosso tempo e este amor pode ser manifesto de várias formas, inclusive quando diz: “não”. Algumas mães tem confundido amar com dar roupas, presentes, vida folgada... o amor está ligado à relação, ao relacionamento, que o dinheiro não pode comprar. A roupa precisa vir acompanhada do afeto, da valorização da pessoa que irá vestir; o presente deve ter um significado de afeto, o passeio só terá valor se tiver a presença, a entrega. Quantas mães vão passear e levam suas babás e não têm qualquer contato com seus filhos na areia da praia, no passeio na rua ou em qualquer outro lugar. O que conta é o contato, ele marca, ele demonstra o amor que supostamente existe.
INSTRUIR - É ensinar até que aprenda. A instrução não tem prazo de validade. Começa na infância e vai até a fase adulta. A principal forma de instrução é pelo exemplo e pelo diálogo.
DISCIPLINAR – Originalmente esta palavra vem de “discípulo” e para as mães tem o sentido de trazer os filhos ao lugar que é devido, correção de rota. A disciplina varia de acordo com a idade, mas a regra geral é que a mesma “seja feita em amor”.
O grande desafio para nós, mães, é vivermos para a glória de Deus, exercendo esta missão que Ele próprio nos deu com o melhor de nós, pois o tempo passará tão rapidamente e logo logo, procuraremos os nossos filhos e eles estarão em suas casas, conduzindo suas vidas. Que Deus nos abençoe hoje para amarmos, instruirmos e disciplinarmos e futuramente nos dê vida para colhermos os frutos de uma maternidade exercida em sua plenitude, para a Glória de Deus!