domingo, 24 de novembro de 2013

Como ensinar seu filho a ler



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Muitos pais se questionam sobre a idade correta para iniciar a alfabetização e iniciam uma busca incessante por escolas multidisciplinares, cursos extracurriculares e até mesmo professores particulares para acelerar esse processo. Sem levar em consideração o perfil, a idade e as expectativas dos filhos, mas sempre buscando o melhor para seu desenvolvimento, a família comete alguns erros básicos que não só retardam a aprendizagem como a dificultam.
De acordo com a psicopedagoga Ana Paula Silva, franqueada da rede Ensina Mais, os processos de alfabetização podem ser fônicos ou globais. Os métodos fônicos estão ligados aos elementos isolados da língua, como sons, letras e sílabas. Já os globais são processos que levam o aluno a analisar o conjunto para chegar às partes que o compõem.
“O aluno pode aprender por meio da associação do som da palavra ao desenho, o que chamamos de “associação palavra-imagem-som. Ou seja, toda vez que pronunciar a palavra BOLA ela irá relacionar com o objeto que você mostrou na primeira vez. Já a metodologia global desenvolve a consciência fonológica, que ocorre quando o aluno torna-se consciente de que o BO que ele ouve e pronuncia aparece tanto em BOLA quanto em BOLACHA”, observa Ana Paula.
Ana Paula Harley, franqueadora da rede FasTracKids aqui no Brasil, afirma que cursos extracurriculares lúdicos são excelentes ferramentas para estimular o aprendizado ao mesmo tempo em que entretém a criança.
“Atividades interativas que estimulam a curiosidade e a imaginação do aluno são fundamentais para incentivar o ensino. Ler para as crianças também é fundamental nesse processo de alfabetização, pois ela começa a assimilar todas as suas atividades diárias àquele começo de aprendizado”.
No mercado há muitas opções de escolas e cursos extracurriculares que incentivam a alfabetização, mas o apoio e a ajuda da família são muito importantes nesse período de absorção de novos conteúdos.
“Leve as crianças junto na hora de conhecer o curso e note se ela gosta das atividades propostas daquela instituição. Uma boa pedida é investir em metodologias que apostam no ensino por meio da tecnologia, pois as crianças de hoje já nascem conectadas a esse universo e adoram essas ferramentas.
Mesmo matriculando o filho no curso de seu interesse, os pais devem chegar em casa e propor atividades que possam participar também, como a leitura de livros, brincar de adivinhar letras, cantar músicas e apontar os objetos. A união de um bom curso com uma boa base familiar será determinante para o sucesso nos estudos”, finaliza a franqueadora.

Crianças se comportam melhor quando são estimuladas e valorizadas pelos pais


Crianças se comportam melhor quando são estimuladas e valorizadas pelos pais


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Você que é mãe, fale a verdade: tem sensação mais gostosa do que quando alguém elogia o seu filho e diz que ele é uma criança educada? Mas nós que somos mães sabemos muito bem o quão difícil é educar, não é mesmo?
Temos que repetir as mesmas coisas todos os dias, lembrar a crianças de escovar os dentes, guardar os brinquedos no lugar, por a roupa suja para lavar, ensinar a pedir “por favor” quando quiser pedir algo na casa dos outros e a agradecer são algumas das coisas que fazemos.  
E você sabe qual é a melhor maneira de incentivar um bom comportamento no seu filho?
“Através de elogios. Você pode notar que, quando ouve um “NÃO” você desliga todo o resto da explicação. Note bem que se você ouvir um “não” como a primeira palavra em uma frase irá se desligar e não vai ouvir o resto da frase. Tente fazer do elogio um incentivo para o seu filho”, ensina a psicopedagoga Betina Serson.
A seguir, ela dá algumas dicas de como elogiar e incentivar que as crianças se comportem bem:

- Seja claro quanto ao que você espera do seu filho. Leve em consideração a idade e desenvolvimento dele.
- Crie expectativas diferentes para cada filho. Lembre-se que cada um tem um temperamento e personalidade.
- Elogie o seu filho assim que tiver alguma atitude esperada.
- O seu filho aprenderá mais com o seu exemplo que com as suas palavras. Seja um bom exemplo.
- Não chantageie para o seu filho se comportar. Isso não funciona.
- Não espere perfeição. Você não é perfeita e o seu filho também não.

Como os pais e educadores podem ensinar as crianças a importância de cuidar do nosso planeta?



Nunca se falou tanto em sustentabilidade como nos últimos tempos. E não é à toa. Devemos cuidar do nosso planeta para que os recursos naturais não sejam destruídos e nossos filhos e netos cresçam tendo ar puro, água limpa e menos poluição.
E a melhor forma de conscientizar a todos sobre a preservação do planeta é discutir o assunto na escola e em casa e ensinar que medidas simples podem fazer toda a diferença lá na frente. Patrícia Kraft, professora do Pré I, do Colégio  em São Paulo, conta como pais e professores podem ensinar educação ambiental às crianças.

As crianças passam a maior parte do tempo trancafiadas em casa ou no apartamento e tem pouco ou quase nenhum contato com a natureza. Como os educadores podem ensinar a respeitar e preservar o meio ambiente?
A escola é um lugar coletivo, onde uns servem de exemplo para os outros. Se há um espaço preservado de natureza no Colégio, é fundamental que os educadores façam um trabalho de contato da criança com esse meio ambiente.
Esse contato faz com que a relação entre a criança e a natureza se torne mais íntima. Até mesmo se a escola não tiver uma área verde significativa, é importante que cuide do que é possível, do que está ao alcance das crianças, como não jogar lixo no chão, não desperdiçar água, dentre muitas outras atitudes.
Só acredito que não adianta fazer planejamentos que não sejam possíveis de serem realizados pelas próprias crianças. É preciso começar com pequenas atitudes que as crianças realmente realizem. 

Alguns colégios têm como disciplina aulas em hortas que são cultivadas pelos próprios alunos. É uma forma de ensinar sobre o assunto?
Com certeza. As crianças adoram e necessitam do contato com a natureza. Ao cultivar uma horta, a criança se sente responsável por ela. Neste momento, o papel do professor é o de incentivar e valorizar essas atitudes. Ver algo nascer e crescer é algo fascinante para as crianças e isso é um grande motivo para se investir nesse tipo de Projeto. 

Os pais também exercem um papel importante ao ensinar sobre o assunto aos filhos? Como inserir educação ambiental em casa?
Mesmo estando "presas" em apartamentos, acredito que a educação, inclusive ambiental, começa em casa, através do modelo e exemplo dos pais. Se estes têm atitudes favoráveis ao meio ambiente, como não desperdiçar água, luz, selecionar o lixo, dentre outras atitudes, com muito provavelmente os filhos seguirão o caminho.
lém disso, a escola ajuda, e muito, com campanhas e conscientização. Novamente o papel dos pais é importante, pois devem colaborar com estas campanhas, mostrando o valor do envolvimento de todos.

domingo, 17 de novembro de 2013

É sempre importante buscar refletir sobre as características essenciais para desenvolver o melhor possível a missão da maternidade.


Claro que toda mãe que goza de seu juízo perfeito deseja dedicar-se plenamente a missão da maternidade, mas, muitas vezes, tem dúvidas de como agir. O pediatra e psicanalista inglês Donald Woods Winnicott afirmava que a criança precisa de uma "mãe suficientemente boa", não perfeita, até porque elas não existem.

De forma prática podemos pensar em algumas características. Assim, uma boa mãe:

1- Entende seu filho: Reconhece que o filho é uma individualidade diferente dela mesma, do pai, dos irmãos e de qualquer outro familiar, nesse sentido sabe a importância de entender a sua maneira distinta de ser. Portanto, não faz comparações, não exalta, muito menos humilha seu filho tendo outra pessoa por referência.

2- Acompanha as mudanças do filho: Tem grande atenção nas mudanças de temperamento que os filhos apresentam em seu desenvolvimento. Sabe que até certo ponto é natural que a criança passe por fases que influenciam a sua maneira de agir, mas mantém-se atenta diante de mudanças bruscas que podem refletir algum problema oculto.

3- Não deseja se realizar no filho: Uma boa mãe não impõe seus próprios sonhos ao filho, procura sempre conhecer e incentivar as aptidões dele. Sabe que o filho não tem por função agradá-la e só o faz quando se sentir realizado em seus próprios sonhos. A realização do filho representa a alegria da mãe.

4- É carinhosa, amável e disciplinadora: Sabe que criança precisa de amor, de afeto e carinho, mas entende a necessidade de impor limites. Uma criança que sente que pode fazer tudo, não se sente amada. O amor se traduz no cuidado com o cumprimento das regras de boa educação. Além de zelar por sua autoridade, também respeita a autoridade paterna, pois entende que isso se refletirá em segurança para o filho.

5- Pede desculpas: Educar também é ensinar ao filho que todo mundo erra, até mesmo a mãe, mas que sempre é importante pedir desculpas e se redimir o erro. Isso ao contrário de mostrar fraqueza, aumenta a autoridade da mãe, pois o filho a vê como um exemplo a ser seguido.

6- Está sempre presente: Não se trata simplesmente da presença física, mas de mostrar-se presente em todas as ocasiões possíveis. Assim, uma boa mãe sempre será requisitada quando o filho precisar dela, pois ele sabe que, mesmo estando longe, pode sempre contar com ela.

7- Valoriza e elogia: Compreende os esforços do filho e manifesta orgulho em suas realizações. Claro que uma boa mãe é sempre sincera, portanto, procura valorizar as reais vitórias do filho. Elogia as aptidões do filho e também suas características físicas, ensinando a criança a desenvolver a autoestima.

8- Mantém a harmonia no lar: Compreende a importância de cultivar a paz e a amizade entre os familiares para o bom desenvolvimento da criança. Evita discussões e brigas; exemplifica o diálogo, promovendo o entendimento diante dos conflitos. Respeita e se faz respeitar com mansuetude e assertividade.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Crianças segundo o coração de Deus - Daniel e seus amigos

Daniel e seus amigos

E historia de Daniel, Sadraque, Mesaque e Abede-Nego – levados cativos para a Babilônia pelo rei Nabudonosor. Eles serviam ao rei, e prá servir ao rei não podia ser qualquer um, era o melhor dos melhores. Tais jovens tinham que ser bonitos, mentalmente espertos e socialmente equilibrados e polidos (Daniel 14). Alguns estudos apontam que esses rapazes tinham entre 14 a 17 anos. E quem eram os pais deles? Ninguém sabe. Porém eis aqui o que sabemos. Eles eram filhos de Israel. Descendentes de Jacó, d linhagem real, em outras palavras eram da família de Davi, da tribo de Judá, a mais nobre tribo de Israel. Seja quem tenha sido seus pais as ações e escolhas que esses jovens fizeram dão testemunho sonoro e erguem um solido caso de que a instrução que seus pais lhes deram foi extremamente vigorosa e piedosa. Nesse período de adolescência quando os jovens fogem de sua criação, esses jovens fizeram o oposto. Tomaram a posição de honrar a Deus e permanecerem firmes em sua fé, mesmo que isso significasse a morte.
Coloquemos-nos como mães. Imagine nossos filhos longe e tendo que fazer uma escolha difícil, o que achamos que nossos filhos farão? E se eles forem mais novos, o que esperamos que eles escolhessem e oramos para que escolham? Difícil!

Nosso papel, educar, instruir e aconselhar nossos filhos a cada oportunidade que se apresenta. A verdade de Deus deve ser comunicada a eles. E precisamos orar, orar, orar e orar para que Deus inscreva nosso ensino fiel de sua palavra no coração de nossos filhos. Pois quem sabe como Daniel e sua turma – que momentos e escolhas difíceis surgirão para nossos amados filhos?

Crianças segundo o coração de Deus - Davi

Davi

Considerado um homem segundo o coração de Deus, e com certeza também foi um menino segundo o coração de Deus, segundo estudos acredita-se que Davi tinha entre dez ou dezesseis anos quando Samuel o ungiu para ser rei. Ele estava sendo criado para ser pastor, e lá no declive das colinas, Davi já mostrava ser um jovem temente a Deus, enquanto tomava conta das ovelhas de seu pai, escreveu orações para Deus e as cantou ao Senhor em seu instrumento de cordas.
“É impossível superestimar as grandes coisas que se tornam possíveis quando uma jovem vida entregue ao Todo Poderoso.”
E de onde vem um coração tão brando para Deus em um menino pequeno? A árvore genealógica espiritual de Davi diz tudo, mas as vezes nem percebemos isso porque pulamos essa parte na nossa devocional:
Salmon (que casou com Raabe) gerou a Boaz e Boaz (casou com Rute) gerou a Obede,
Obede gerou a Jessé e Jessé gerou a Davi. (Rt 4.21-22)
Essas pessoas eram usadas por Deus, descendência abençoada, herdeiros de promessas de até 1000 gerações. Herdeiros de Abrão. A bíblia não nos conta muito sobre os pais de Davi mas nos conta sobre a linhagem de Davi e sobre seu amor por Deus desde a sua juventude... bem como que seu conhecimento de Deus veio de alguma fonte fiel e obediente.
Que possamos ser essa descendência abençoada na vida dos nossos filhos. Mães prontas e desejosas de ser usadas por Deus na vida dos nossos pequenos. Que possamos passar fielmente nossa fé e confiança em Deus de geração em geração, assim, nossos pequenos serão meninos e meninas, jovens homens e mulheres de Deus. Que façamos disso nossa oração diária!


Crianças com um coração segundo Deus - Samuel


Podemos encontrar na Bíblia relatos de crianças que caminharam com o Senhor das mais variadas idades, desde pré-escolares, pré-adolescentes ate jovens adultos. Crianças que amaram e serviram a Deus de várias maneiras. E cada uma tem lições para nós como mães, independente da idade dos nossos filhos.


Samuel

A atitude de Samuel é que muitas vezes sonho para os meus filhos, que eles nunca saibam o que não é amar e não seguir a Deus. Vejo o Samuel como um menino, como muitos que, com cerca de doze ou treze anos, crê, ouve o chamado de Deus e responde a Ele. A resposta de Samuel a Deus; “Fala, porque teu servo ouve” (I Sm 3) mostra que crianças podem ser compromissadas e fazer contribuições substancias para o Reino de Deus. De onde surge esse coração ? Certamente, primeiro vem do próprio Deus. Ele é o Executor e o Criador de todas as coisas boas, inclusive o coração que ouve, escuta, responde e corresponde a Ele, porem ainda podemos acrescentar a mãe de Samuel, Ana. Uma mulher que orou e fez um voto com o Senhor ao qual devolveria a Ele o filho que ela clamava no momento em que orou.  Ela dedicou Samuel mesmo antes dele nascer. E no desenrolar da historia vemos que desde da tenra idade ele ficou servindo ao Senhor perante o sacerdote Eli. A fidelidade daquela mãe fez tudo acontecer na vida desse menino. Você já fez a oração de Ana? Que nós possamos ter essa ardente dedicação a Deus – bem como semelhantemente dedicação em ensinar e instruir nossos filhos. 

Mães segundo o coração de Deus

Guarda com toda a diligencia o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida. Provérbios 4.23

Não importa o que fazemos o dia todo, ou mesmo, na vida, o que importa é que façamos ao Senhor de todo o coração. Nossas escolhas revelam nosso coração. E isso se traduz também na forma como criamos nossos filhos e não importa a idade deles.
Por que a situação do coração tanto da mãe como dos filhos é tão critica? Na Bíblia temos essa resposta: Do coração procede a fonte de vida, e no nosso caso também de vida eterna. Mostramos todo o nosso ser para Deus e o coração é o primeiro, o coração fala de vida interior, do pensamento, de motivos e desejos. A mente é a fonte de onde as ações fluem. Se a fonte é pura, o riacho que flui dela é puro. Como o homem pensa, assim ele é.
E o que isso tem a ver com nós mamães? Primeiro devemos saber quão importante é o coração de nossos filhos. A depravação humana está no coração porque o pecado é um principio que tem lugar na vida interior do homem e, assim, corrompe todas suas ações. Má noticia! Porém a segunda, e boa noticia, as escrituras julgam o coração como a “esfera da influencia divina. (Rom 2.15; atos 15.9). Aqui está nosso desafio mamães, para educar e manter em educação um filho segundo o coração de Deus devemos ir até o fundo do tenro coração de nossos filhos e plantar a semente da Palavra de Deus enquanto oramos fervorosamente pela “influencia divina”. Ao mesmo tempo devemos nos dedicar a ensinar como diligencia, sobre o pecado, como lidar com ele, alem de disciplinar o pecado que é parte da vida de toda criança. (Desobediência, egoísmo, orgulho...)
E todo esse trabalho começa no nosso coração, minhas queridas mamães! Como mães nosso trabalho é criar filhos segundo o coração de Deus – filhos que procurem obedecer ao Senhor e, confiantemente, conheçam a salvação por meio de Jesus Cristo. Ele quer que nosso foco, seja dar nosso coração, alma, mente,  força e tempo para moldar nossos filhos para que eles se voltem para o PAI e Seus propósitos.



segunda-feira, 4 de novembro de 2013

MÃES SEGUNDO O CORAÇÃO DE DEUS


Por Edileide Castro

Um desafio enorme para cada mãe, em nossos dias, é conciliar uma vida tão cheia de atribuições com a maior e mais preciosa de todas as tarefas: SER MÃE. E interessante, que o sentimento de culpa chega muitas vezes tão forte que neutraliza estas mulheres, tornando-as passivas diante dos desafios da educação de seus filhos.
Quando o salmista expressa a bênção da família, dizendo que “os filhos são herança do Senhor” nos leva a entender que Deus nos deu o privilégio de sermos mães e junto, o desafio de amar, instruir e disciplinar. Ser mãe sempre exigiu de nós, mulheres, um investimento de tempo. Pois não há como cumprir nossa missão fielmente sem dar-lhes a devida importância, investindo na mesma o tempo que é necessário.
Como amar sem investir tempo? Como instruir, educar, sem investir tempo? Como disciplinar sem investir tempo? É uma decisão que cada mãe vai tomar: quanto tempo vou investir na vida de cada filho? Não dá para delegar a outras pessoas esta “tarefa de mãe”.
Como saber se tenho amado, instruído e disciplinado meus filhos? Vamos lá:
AMAR - herança maior que uma mãe pode deixar para seu filho, o senso de que ele tem valor, de que é amado, independente de qualquer circunstância. Quando amamos investimos o nosso tempo e este amor pode ser manifesto de várias formas, inclusive quando diz: “não”. Algumas mães tem confundido amar com dar roupas, presentes, vida folgada... o amor está ligado à relação, ao relacionamento, que o dinheiro não pode comprar. A roupa precisa vir acompanhada do afeto, da valorização da pessoa que irá vestir; o presente deve ter um significado de afeto, o passeio só terá valor se tiver a presença, a entrega. Quantas mães vão passear e levam suas babás e não têm qualquer contato com seus filhos na areia da praia, no passeio na rua ou em qualquer outro lugar. O que conta é o contato, ele marca, ele demonstra o amor que supostamente existe.
INSTRUIR - É ensinar até que aprenda. A instrução não tem prazo de validade. Começa na infância e vai até a fase adulta. A principal forma de instrução é pelo exemplo e pelo diálogo.
DISCIPLINAR – Originalmente esta palavra vem de “discípulo” e para as mães tem o sentido de trazer os filhos ao lugar que é devido, correção de rota. A disciplina varia de acordo com a idade, mas a regra geral é que a mesma “seja feita em amor”.
O grande desafio para nós, mães, é vivermos para a glória de Deus, exercendo esta missão que Ele próprio nos deu com o melhor de nós, pois o tempo passará tão rapidamente e logo logo, procuraremos os nossos filhos e eles estarão em suas casas, conduzindo suas vidas. Que Deus nos abençoe hoje para amarmos, instruirmos e disciplinarmos e futuramente nos dê vida para colhermos os frutos de uma maternidade exercida em sua plenitude, para a Glória de Deus!